PORTUGAL
DN
O atual bispo do Porto, que exerce a função há precisamente cinco anos, diz que outra solução não restava senão fechar as Oficinas de S. José, a instituição católica para acolhimento de menores que o caso Gisberta mediatizou.
“Havia um desajustamento em relação àquilo que se procurava” inicialmente, o acolhimento de órfãos, e aquilo que ultimamente se lhe pedia, a institucionalização de menores problemáticos, “e achei que não havia condições” para isso, explica Manuel Clemente.
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